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PLANO DE FORMAÇÃO 24_27_ Candidatura nº PESSOAS-FSE+-01952900

 

 

O Plano de Formação financiado pelo Pessoas 2030 do CFAE AltoTejo, construido em articulação com as Unidades Orgânicas associadas visa corresponder às necessidades formativas diagnosticadas, encontrando-se alinhado com os objetivos e com as políticas educativas na área da (re)qualificação dos docentes da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário e outros agentes profissionais do sistema de educação e formação.
O CFAE AltoTejo tem como objetivo a execução de 115 turmas de 55 ações e atingir um universo de 996 formandos, com uma taxa de conclusão mínima de 80%, no período de out/2024 a out/2026.

O Anúncio de pré-informação e seleção de formador externo pode ser consultado aqui.


 

ACADEMIA PORTUGAL DIGITAL

TESTE AS SUAS COMPETENCIAS DIGITAIS (aqui)

REPORTE OS SEUS RESULTADOS (aqui)

* Procedimento de encaminhamento de formandos para a realização de diagnostico de autoavaliação do nível de competências digitais em alinhamento com os objetivos da Academia Portugal Digital, previsto no aviso de abertura da candidatura PESSOAS 2030.


 

Avaliação Externa de Docentes I AEDD 2025/2026

Documentos

> Memorando do Processo (clique aqui)

> Decreto Regulamentar 26/2012

> Despacho Normativo 24/2012

> Anexos I e II (Despacho n.º 13981/2012)

> Apresentação ACD 12 I 25.26

> Indicadores de Observação 

> Manual de utilização da plataforma

Notas: 1. Pertence ao avaliador externo a iniciativa de contacto com o docente avaliado para início do processo; 2. Para esclarecimentos deverá contactar o CFAE AltoTejo, preferencialmente através do endereço eletronico: cfaealtotejo@altotejo.com


 

Alteração dos Dados na Plataforma do CFAE AltoTejo

Agradecemos que proceda ao registo de eventuais alterações no seu perfil na plataforma do Centro (exemplo: mudança de escalão, de Agrupamento de Escolas, de e-mail, telefone, de residência, etc.)

DIVULGAÇÃO

569

A Inteligência artificial ao serviço da educação
Apenas para docentes em exercício de funções no Agrupamento de Escolas Proença a Nova

ACD

 

3,0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Sala do Futuro I Escola Básica e Secundária Pedro da Fonseca_Proença a Nova


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Ref. 378ACD 04 I 26.27 Inscrições abertas até 6 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: ACD 04 I 26.27 I CFAE AltoTejo

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 18 de Novembro de 2026

Fim: 18 de Novembro de 2026

Regime: Presencial

Local: Sala do Futuro I Escola Básica e Secundária Pedro da Fonseca_Proença a Nova

Formador

Mário Jorge Ventura Catanas

Célia Maria Guardado Antunes Rolo Santiago

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

AE Proença a Nova

Conteúdos

- A inteligência artificial no apoio à participação, criatividade e aprendizagem diferenciada; - Questões éticas relacionadas com a IA na educação; − Experimentação de uma atividade de aprendizagem com recurso a ferramentas de IA.


Observações

Bibliografia: https://erasmustrainingcourses.com/pt/blog/exploring-ai-in-education-a-week-of-practical-learning-in-athens

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 18-11-2026 (Quarta-feira) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial

INSCREVER-ME
550

Apropriação do Perfil de Aprendizagem à Saída da Escolaridade Obrigatória
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Oficina

 

50,0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Castelo Branco/Sertã

Sete anos, após a publicação do Perfil de Aprendizagem à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), continua a ser importante compreender a sua relevância na organização do ensino, na aprendizagem e na avaliação, em suma: a possibilidade que dá na gestão do currículo, nas estratégias, metodologias e processos ...
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Ref. 33144IT02I26.27IPESSOAS Inscrições abertas até 4 de Dezembro de 2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130464/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 8 de Janeiro de 2027

Fim: 31 de Março de 2027

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco/Sertã

Formador

Joaquim José Manteigas Picado

Destinatários

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Sete anos, após a publicação do Perfil de Aprendizagem à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), continua a ser importante compreender a sua relevância na organização do ensino, na aprendizagem e na avaliação, em suma: a possibilidade que dá na gestão do currículo, nas estratégias, metodologias e processos pedagógicos-didáticos e avaliativos. Uma leitura convergente e compreensiva do PA com os referenciais internos poderá contribuir para um aprofundamento da sua importância. Afigura-se ser fundamental construir a sua análise através da investigação-ação e elaboração de projetos de ação estratégica com a intencionalidade de criar comunidades de aprendizagem e um melhor conhecimento e operacionalização da sua intencionalidade.

Objetivos

• Ler Perfil de Aprendizagem à Saída da Escolaridade Obrigatória de modo convergente • Reconhecer a sua importância, no quadro curricular português, como fundamental para as decisões de organização e gestão do currículo. • Analisar o Projeto Educativo e verificar e assinalar pontos convergentes e divergentes entre os dois referenciais. • Propor uma ação estratégica de aprendizagem sobre o PASEO a realizar no AE/ Departamento/Grupo Disciplinar… • Aplicar a ação estratégica de aprendizagem sobre o PASEO. • Refletir, reorientar e propor uma nova ação estratégica.

Conteúdos

• Leitura convergente do PASEO: Identificação da sua organização, propósitos e finalidades. • Análise do Projeto Educativo de Agrupamento de Escolas/Escola não Agrupada de acordo com a proposta de organização da gestão do currículo, estratégias e metodologias e processos pedagógicos-didáticos e avaliativos. • Planeamento e ação estratégica de aprendizagem sobre a divulgação do PASEO • Organização de uma ação estratégica de aprendizagem. • Realizar a ação estratégica de aprendizagem sobre o PASEO.

Metodologias

Presencial: Os formandos desenvolverão trabalho colaborativo e cooperativo, com o devido enquadramento teórico, em torno da construção de Ações Estratégicas de Aprendizagem sobre o PASEO, a desenvolver nos AE, bem como a elaboração de materiais para a respetiva realização em contexto real de aprendizagem, assim como a reflexão crítica e as mudanças que deverão pensadas para reorientar uma nova ação estratégica Trabalho Autónomo: As sessões serão realizadas em contexto de trabalho, com objetivo de construir e aplicar uma Ação Estratégica de Aprendizagem sobre o PASEO, por Agrupamento de Escolas ou Escolas não Agrupadas assim como os materiais elaborados numa lógica de investigação-ação, sendo criada uma comunidade de prática.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 defevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditaçãode Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicadono Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Caldeira, J (2010). Implementação do Balanced Scorecard no Estado. Coimbra: AlmedinaDecreto-lei n.º54/2018 de 6 de julhoDecreto-lei n.º55/2018 de 6 de julhoMartins, G. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Lisboa: DGE / MEROLDÃO, M. PERALTA, H. E MARTINS, I. (2017). Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a Construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Documento de trabalho – Escolas PAFC. Editorial do Ministério da Educação: Lisboa


Observações

As datas de realização da ação são meramente indicativas


INSCREVER-ME

550
461

Proteção de dados e a Cibersegurança nas Escolas
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Curso

 

25,0 horas

 

Presencial

 

Pessoal não docente

Castelo Branco

Carência de formação do pessoal não docente nesta área das novas tecnologias de informação, tendo em conta, que cada vez mais tem de ser polivalentes. Motivar e sensibilizar o pessoal não docente para a utilização de novos programas, para uma melhor eficácia e desempenho no seu trabalho.
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Ref. 31051IT01I24.25IPESSOAS Inscrições abertas até 8 de Janeiro de 2027 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: DGAE/1324/2024

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 15 de Janeiro de 2027

Fim: 31 de Março de 2027

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco

Formador

Vítor Hugo de Brito Alves Ângelo

Destinatários

Pessoal não docente

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

CFAE AltoTejo

Enquadramento

Carência de formação do pessoal não docente nesta área das novas tecnologias de informação, tendo em conta, que cada vez mais tem de ser polivalentes. Motivar e sensibilizar o pessoal não docente para a utilização de novos programas, para uma melhor eficácia e desempenho no seu trabalho.

Objetivos

Desenvolver práticas de referência respeitantes a proteção de dados, designadamente abstendo-se de tratar dados pessoais que não sejam essenciais para a finalidade pedagógica e adotando comportamentos responsáveis, quando se tem acesso a dados pessoais de alunos, professores e outros titulares dos dados; Criar espaços de reflexão que proporcionem a exploração de recursos e ferramentas, bem como a conceção de planos de intervenção, que abordem estas temáticas em contexto educativo/laboral;

Conteúdos

Módulo 1: Proteção de dados em contexto escolar – 4 horas Reflexão e análise de documentação de referência; Desenvolver práticas relativas à proteção de dados na escola. Módulo 2: A Cibersegurança na Escola - 3 horas As plataformas digitais e as recomendações de segurança; Desenvolver práticas relativas à Cibersegurança na escola. Módulo 3: Iniciativas promotoras da Proteção de Dados e da Cibersegurança nas Escolas: 8horas Iniciativas e campanhas do Centro de Sensibilização SeguraNet; Iniciativas e campanhas do Centro Nacional de Cibersegurança; O Selo de Segurança Digital; A integração curricular e transversalidade das temáticas. Módulo 4: Desenvolvimento de projetos de Cibersegurança e de proteção de dados - 5 horas Análise de projetos existentes no âmbito da Cibersegurança e de proteção de dados; Conceção de projetos adequados à realidade da comunidade educativa de cada formando. Módulo 5: Avaliação e reflexão - 5horas Apresentação, partilha e reflexão dos trabalhos desenvolvidos pelos formandos durante o curso

Metodologias

Presencial

Avaliação

Relatório final de reflexão Desempenho das tarefas Trabalho solicitado

Modelo

Classificação de 0 a 20

Bibliografia

Centro Nacional de Cibersegurança. Disponível em: https://www.cncs.gov.pt Comissão Nacional de Proteção de Dados. Disponível em: https://www.cnpd.pt SeguraNet – Navegar em Segurança. Disponível em: http://www.seguranet.pt Rede europeia de Centros Internet Segura – Insafe. Disponível em: https://youth.betterinternetforkids.eu/web/portal/home Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência. Disponível em: https://www.dgeec.mec.pt/np4/home


Observações

As datas de realização da ação são meramente indicativas.


INSCREVER-ME

461
494

Atualização e aprofundamento científico-didático no ensino de Geografia
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Oficina

 

50,0 horas

 

b-learning

 

Professores do grupo de recrutamento 420

Castelo Branco I Plataforma Digital

O Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, ...
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Ref. 32921IT01I25.26IPESSOAS Inscrições abertas até 15 de Dezembro de 2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128377/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 15 de Janeiro de 2027

Fim: 31 de Março de 2027

Regime: b-learning

Local: Castelo Branco I Plataforma Digital

Formador

Anabela Cunha dos Reis David

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 420

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 420. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 420.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), das disciplinas de Geografia e Geografia A, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Promover a revisão das práticas pedagógicas, com particular destaque para o desenvolvimento de competências na utilização das TIC (bigdata) e das TIG (websig), na exploração de imagens e vídeos e na utilização de Casos de Estudo, Estudo de Caso e de PBL.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos Módulo 2 – (5 horas) Representação gráfica e cartográfica Orientação e Localização Módulo 3 - (5 horas) Tempo e clima (inclui radiação solar) Ambiente biogeográficos Módulo 4 - (5 horas) Recursos Hídricos (gestão sustentável/ impactes das alterações dos níveis das águas, ODS) Recursos Marítimos (gestão, litoral/ economia do mar, ODS) Módulo 5- (5 horas) Transportes e Telecomunicações (redes e modos) Mobilidade verde Módulo 6 - (5 horas) Indicadores demográficos / evolução e distribuição Mobilidade e fluxos migratórios Módulo 7- (5 horas) Recursos do Subsolo Espaços Rurais em mudança Módulo 8 - (5 horas) Áreas e Rede Urbana Planear cidades verdes Módulo 9 - (5 horas) Análise paisagem Tipos de paisagem (a partir da função) Módulo 10 - (5 horas) Gestão e ordenamento do território (inclui instrumentos de planeamento) SIG Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina

Metodologias

Presencial: A oficina é constituída por 11 módulos (2 obrigatórios e 9 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Didática da Geografia para uma Cidadania Territorial. Uma bússola para um mundo em profunda transformação (2023), Livro de Atas (Atas XCIDG_vf1.pdf (cfpor.pt)


Observações

A indicação de data de inicio e fim da ação é meramente indicativa enquanto não estiverem reunidos os requisitos de desenvolvimento da ação e publicitado o cronograma.


INSCREVER-ME

494
546

Atualização e aprofundamento científico-didático no ensino de Inglês nos 1.º e 2.º CEB
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Oficina

 

50,0 horas

 

b-learning

 

Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220

Sertã/Proença a Nova

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação ...
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Ref. 32719IT02I26.27IPESSOAS Inscrições abertas até 8 de Janeiro de 2027 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128289/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 15 de Janeiro de 2027

Fim: 31 de Março de 2027

Regime: b-learning

Local: Sertã/Proença a Nova

Formador

Mário Jorge Ventura Catanas

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Inglês em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Planificar, ensinar e avaliar, para proporcionar uma aprendizagem globalizante aos alunos de cada ano de escolaridade, refletindo as suas propostas, os seus interesses e as suas preferências; - Conceber projetos, aulas, sequências de aprendizagem, tarefas e/ou atividades motivadoras, criando 'autenticidade' na comunicação e que desenvolvam a criatividade, o pensamento crítico, a comunicação e a colaboração; - Promover a valorização da sua cultura e da dos outros: identidade e língua, espaços de realidades culturais diferentes e atitudes de tolerância e respeito intercultural.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5h) - Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) - O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); - As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 – Características dos alunos dos 1.º e 2.º CEB e metodologias (5h) - Características do desenvolvimento cognitivo e social destes alunos - Estratégias pedagógicas adequadas e atividades para um ambiente mais inclusivo - Gestão da sala de aula: comunicação, rotinas e gestão de comportamento. Módulo 3 – Competência comunicativa: Oralidade (10h) - Compreensão oral: técnicas de audição/visualização e compreensão de distintos textos orais; atividades práticas com áudio/vídeo autêntico; apresentação e partilha de recursos didáticos variados; como avaliar para melhorar. - Interação e produção oral: estratégias para desenvolver a pronúncia, entoação e fluência; técnicas preparatórias de apresentação/debate; partilha de atividades comunicativas autênticas; como avaliar para melhorar. Módulo 4 – Competência comunicativa e géneros textuais: Escrita (10h) - Compreensão escrita: técnicas práticas; atividades com distintos tipos de textos; compreensão escrita e desenvolvimento da criatividade, do espírito crítico, perspetivas e interpretações; como avaliar para melhorar. - Interação e produção escritas: reflexão sobre aspetos didáticos relevantes nos processos de produção escrita; construção de textos: recursos e atividades de motivação para a escrita; estratégias para a prática de escrita em diferentes formatos; técnicas de estruturação de textos; produção escrita integrada em projetos comunicativos, disciplinares ou interdisciplinares; como avaliar para melhorar. Módulo 5 – Mediação (5h) -no contexto das línguas -nos documentos de referência: PA e AE -na prática letiva: exemplos de atividades Módulo 6 – CLIL, multi/plurilinguismo (5h) -Terminologia e definições -Promover e idealizar práticas de multilinguismo na sala de aula -Implementar e integrar atividades e estratégias plurilíngues e selecionar recursos apropriados -Pluriliteracias para uma aprendizagem mais efetiva. Módulo 7 – Competência intercultural (5h) - Descrever diferentes elementos da sua cultura, identidade e língua por oposição à cultura anglo-saxónica e à língua inglesa; -Identificar e analisar ‘picturebooks’ adequados ao desenvolvimento da Cidadania e Educação Intercultural; -Comparar os espaços à sua volta com espaços culturais diferentes; -Identificar exemplos concretos de atitudes de tolerância e respeito intercultural. Módulo Final (2,5h) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.

Metodologias

Presencial: A oficina é constituída por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf ,DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Brewster, J., Ellis G. & Girard, D. (2002). The Primary English Teacher's Guide (New Edition). Harlow: Pearson Education Limited.


Observações

As datas de inicio e fim da formação são meramente indicativas.


INSCREVER-ME

546
549

AUTOAVALIAÇÃO DA ESCOLA E MONITORIZAÇÃO
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. Prioritária para diretores, equipas de direção e lideranças intermédias.

Oficina

 

50,0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e do Ensino Secundário

Castelo Branco

O Programa de formação MELHOR ESCOLA MAIS SUCESSO ESCOLAR enquadra-se nas ações que visam darr resposta às necessidades de formação de professores e de acompanhamento das escolas/agrupamentos em diversas áreas, designadamente no âmbito de programas do Ministério da Educação, atualmente em curso, como o ...
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Ref. 36439IT01I26.27PESSOAS Inscrições abertas até 8 de Janeiro de 2027 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123738/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 15 de Janeiro de 2027

Fim: 31 de Março de 2027

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco

Formador

Pedro Alexandre Duarte Mendes

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e do Ensino Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e do Ensino Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE AltoTejo

Enquadramento

O Programa de formação MELHOR ESCOLA MAIS SUCESSO ESCOLAR enquadra-se nas ações que visam darr resposta às necessidades de formação de professores e de acompanhamento das escolas/agrupamentos em diversas áreas, designadamente no âmbito de programas do Ministério da Educação, atualmente em curso, como o Programa de Avaliação Externa de Escolas, o Programa Territórios Educativos de Intervenção Prioritária e o Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar. A presente formação é uma oportunidade dos Agrupamentos de Escolas associadas do CFAE AltoTejo de consolidarem a sua autonomia em parceria com as instituições de ensino superior, nomeadamente, IPCB, UBI e Uévora. É precisamente com o objetivo de alcançar a qualidade que a escola se tem visto impelida a aderir a uma cultura de avaliação que permita a prestação de contas (decorrente da maior responsabilidade inerente à crescente autonomia) e a capacite para a condução de alunos e estudantes na senda de aprendizagens capazes de proporcionar soluções adequadas e criativas, que permitam responder aos desafios da sociedade global e em constante mudança. Uma escola aprendente e curricularmente inteligente deve ser capaz de construir o seu próprio dispositivo de autoavaliação, o que exige a capacitação dos diversos atores escolares na construção de um referencial avaliativo que permita detetar e compreender os problemas, explicitar os resultados, apoiar a tomada das decisões que sejam promotoras da melhoria da escola e sustentar a avaliação externa

Objetivos

- Perspetivar a autoavaliação como um processo de promoção da qualidade educativa e de desenvolvimento organizacional; -Compreender a importância do uso dos resultados da autoavaliação de escola para a mudança e melhoria das práticas; - Conhecer diferentes modelos de autoavaliação; - Compreender a relação entre os documentos estruturantes da escola e as dimensões de análise, num processo de autoavaliação; - Elaborar instrumentos de recolha de informação para reconstruir, de um modo crítico, a realidade escolar necessária à autoavaliação; - Fomentar a reflexão sobre como apresentar os resultados da autoavaliação; -Capacitar os atores para utilizarem os dados da autoavaliação de escola e da sua avaliação externa na construção coletiva de um plano de melhoria. - Construir referenciais de autoavaliação de escola contextualizados; - Promover o envolvimento dos diferentes atores da comunidade educativa nos procedimentos de autoavaliação de escola;

Conteúdos

1. Desafios da escola atual, numa sociedade global e em constante mudança. 2. A perspetiva da escola aprendente. O papel da avaliação de escola numa escola aprendente. A auto-avaliação de escola: um meio de aprendizagem da escola. 3. Percursos da avaliação de escola em Portugal: Projetos, Programas de avaliação de escola. Enquadramento normativo. 4. Referencialização: Concepções de avaliação. A referencialização como metodologia de avaliação. Análise do quadro referencial a adotar. 5. Construção de um dispositivo de autoavaliação de escola. Princípios e características a ter em conta, caracterização do contexto interno e externo da escola, definição de áreas a avaliar, construção de quadros referenciais de diferentes áreas da organização, construção de instrumentos de recolha de informação, elaboração de uma matriz relativa à construção de relatórios dos resultados decorrentes do processo de autoavaliação de escola. 6. Uso dos resultados de autoavaliação em processos de mudança e melhoria: o ciclo de melhoria da escola; a articulação entre os diversos instrumentos de planificação e melhoria da escola; a construção e implementação do plano de melhoria; a coordenação e monitorização dos diversos planos de ação de melhoria da escola; envolvimento dos atores no processo de melhoria, a divulgação dos resultados da melhoria.

Metodologias

Presencial: Na dimensão presencial conjunta, proceder-se-á à abordagem dos conteúdos identificados, à análise e discussão de textos e de documentos oficiais selecionados e à análise, discussão e reflexão sobre os materiais produzidos. Trabalho Autónomo: Na dimensão de trabalho autónomo, decorrerá a intervenção no terreno através da aplicação dos materiais produzidos e das estratégias definidas. Cada grupo de formandos, representantes de uma equipa de escola, elaborará um portefólio de investigação (que poderá incluir, por exemplo, legislação fundamental, textos académicos selecionados, instrumentos de organização de informação sobre o contexto interno e externo, quadros referenciais relativos às áreas avaliadas e/ou a avaliar na escola, instrumentos de recolha de informação produzidos e/ou utilizados, instrumentos de divulgação do dispositivo de autoavaliação de escola, uma sugestão de matriz de um relatório de autoavaliação; uma sugestão de matriz do plano de melhoria da escola ou os planos de melhoria produzidos face aos dados da autoavaliação e da avaliação externa da escola).

Avaliação

- Participação e assiduidade dos formandos; - Relatório individual do formando; A avaliação dos formandos será feita de uma forma quantitativa, numa escala de 1 a 10 e tendo em conta o disposto na Circular CCPFC-3/2007, bem como o constante do Dec-Lei nº 15/2007, de 19 de janeiro, no que se refere ao sistema de avaliação e classificação dos docentes. Forma de avaliação da acção Preenchimento de dois questionários pelos formandos e formador/es, um no final da ação e outro decorridos 2 meses do terminus da ação para monitorização do impacto da mesma na atividade profissional.

Bibliografia

Correia, A. P. (2016). A avaliação das escolas: Efeitos da avaliação externa nas dinâmicas de Autoavaliação da escola. Tese de Doutoramento. Évora: Universidade de Évora.Correia, S. (2011). Dispositivos de autoavaliação de escola: entre a lógica do controlo e a lógica da regulação (Tese de Doutoramento, Universidade do Minho, Braga).Fernandes, D. (2011). Avaliação de programas e projetos educacionais: Das questões teóricas às questões das práticas. In D. Fernandes (Org.). Avaliação em educação: Olhares sobre uma prática social incontornável (pp. 185-208). Pinhais: Editora Melo.Meuret, D. (2002). O papel da autoavaliação dos estabelecimentos de ensino na regulação dos sistemas educativos. In J. Costa, A. N. Mendes & A. Ventura (Orgs.). Avaliação de organizações educativas (pp. 39-50). Aveiro: Universidade de Aveiro.Rocha, A. (1999). Avaliação de escolas. Porto: Edições ASA.


Observações

As datas de realização da ação são meramente indicativas. O cronograma da ação será divulgado oportunamente.


INSCREVER-ME

549
551

Bem-estar, saúde e competências socioemocionais na Escola
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Oficina

 

50,0 horas

 

b-learning

 

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Castelo Branco

No âmbito das diretrizes do Ministério da Educação relativas à componente do currículo de Cidadania e Desenvolvimento, o perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória e as aprendizagens essenciais, propõe-se a presente ação procurando promover competências dos docentes para a inclusão de um conjunto ...
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Ref. 36545IT01I26.27PESSOAS Inscrições abertas até 8 de Janeiro de 2027 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132220/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 15 de Janeiro de 2027

Fim: 31 de Março de 2027

Regime: b-learning

Local: Castelo Branco

Formador

Paulo Jorge Ferreira Gomes

Destinatários

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE AltoTejo

Enquadramento

No âmbito das diretrizes do Ministério da Educação relativas à componente do currículo de Cidadania e Desenvolvimento, o perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória e as aprendizagens essenciais, propõe-se a presente ação procurando promover competências dos docentes para a inclusão de um conjunto de valores comuns associados à Cidadania com particular enfoque na promoção do bem-estar, da saúde e das competências socioemocionais. O Programa Nacional para a Saúde Escolar tem como objetivos promover e proteger a saúde da comunidade escolar; apoiar a inclusão de crianças com necessidades de saúde especiais e necessidades educativas especiais; promover a segurança e um envolvimento escolar saudável; reforçar os fatores de proteção relacionados associados a estilos de vida saudáveis; e contribuir para o desenvolvimento de Escolas Promotoras de Saúde (DGS, 2020). Esta ação será pertinente, útil e necessária, como espaço de reflexão, de partilha de experiências, e na colaboração ativa para a criação e desenvolvimento de boas práticas interdisciplinares que orientem e estimulem os/as estudantes nos domínios da Educação para a Cidadania mediante a implementação de conteúdos e estratégias no ambiente da sala de aula e restante comunidade educativa. Pretende-se habilitar os docentes para a promoção de alunos autodeterminados, resilientes, com competências socioemocionais, de comunicação, com capacidade de resolução de problemas e espírito crítico, com comportamentos saudáveis, conhecedores dos seus direitos e responsabilidades, no sentido do seu desenvolvimento integral como cidadãos conscientes e ativos.

Objetivos

Refletir sobre os conceitos de Cidadania e de Educação para a cidadania à luz da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania; - Conhecer as áreas temáticas de Educação para a Cidadania, Linhas Orientadoras e Finalidades das mesmas, de acordo com o Decreto-Lei n.º 55/2018; - Promover práticas de identificação de necessidades, avaliação âmbito da Educação para a Cidadania; - Conhecer programas e estratégias para o desenvolvimento de recursos na área da Educação e promoção da Cidadania em contexto escolar; - Planificar, implementar sessões na sala de aula tendo como suporte recursos disponibilizados nesta Oficina, inseridos num Currículo europeu, denominado PROMEHS – Promover a Saúde Mental nas Escolas, desenvolvido para alunos em idade pré-escolar, 1º, 2º e 3º ciclos e Ensino Secundário; - Avaliar os resultados das práticas implementadas no seio da promoção de competências dos alunos e dos docentes

Conteúdos

Os conteúdos nesta oficina terão como prioridade a construção e a operacionalização de metodologias, instrumentos, recursos pedagógicos e/ou didáticos, com vista à implementação em contexto escolar, ao nível da escola e/ou da sala de aula, abrangendo os domínios de Cidadania e Desenvolvimento, de forma inter e/ou multi e/ou disciplinar. Neste curso será privilegiada a articulação entre conteúdos teórico-práticos abordados em sessões online síncronas, com o trabalho autónomo, abrangendo a conceção, aplicação e avaliação de atividades com os alunos. Nas sessões presenciais serão abordados os seguintes conteúdos: - Conceitos básicos da Educação para Cidadania enquadrados na Estratégia Nacional de Educação para Cidadania – 1 hora; - Áreas temáticas de Educação para a Cidadania e Linhas Orientadoras de acordo com o Decreto-Lei n.º 55/2018 – 1 hora; - Modelos e instrumentos de avaliação no âmbito da Educação para a Cidadania, adequadas a conteúdos e metodologias específicos da área em questão - 1 hora; - Estratégias para o desenvolvimento de recursos associadas à Educação e promoção da Cidadania ao nível da escola, com aprofundamento da Educação para a Saúde; Educação para o Desenvolvimento e para a Saúde – 7 horas; Direitos Humanos, Igualdade de Género e Interculturalidade – 5 horas; Programas e mecanismos de implementação orientados para o sucesso na aquisição de competências no âmbito da Educação para a Cidadania – 10 horas.

Metodologias

Presencial: Utilização dos métodos interrogativo e ativo, recorrendo a estratégias pedagógicas de aprendizagem cooperativa. Componente teórica e conceitual será realizada através do método expositivo. O processo decorrerá da seguinte forma: Sessões presenciais (9h) – discussão entre os formandos, com base em situações reais apresentadas pelo formador e/ou formandos, assim como a vivência de situações simuladas relacionadas com a preparação e aplicação do programa do currículo PROMEHS. Nestas sessões serão promovidas sobretudo metodologias ativas e interrogativas. Sessões online síncronas (16h) – as metodologias expositivas, interrogativas e ativas serão utilizadas para apresentação de conteúdos. As sessões terão por base metodologias expositivas dos conteúdos anteriormente apresentados, sendo em simultâneo promovida a discussão entre os formandos. Ulização de recursos digitais nas sessões presenciais e online síncronas, relevantes para os conteúdos da formação com discussão dos mesmos, bem como a utilização de diversas plataformas digitais que permitem um maior envolvimento dos formandos no processo de aprendizagem. Trabalho Autónomo: Trabalho autónomo (25h) – Incluem a conceção, implementação e avaliação das competências a desenvolver no âmbito da Educação para a Cidadania; Implementação de atividades em contexto de sala de aula/escola, a partir de materiais desenvolvidos nas sessões presenciais; Realização dos trabalhos da componente autónoma para avaliação da ação de formação, sustentando uma reflexão contínua face aos objetivos estabelecidos para esta oficina.

Avaliação

A avaliação será quantitativa e qualitativa sendo classificada numa escala de 1 a 10 valores, de acordo com a legislação em vigor, nomeadamente o Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, Decreto-Lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro conjugado com os pontos 5. e 6. do artigo 4.º do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, e terá em consideração uma lógica formativa e de acompanhamento. A avaliação dos formandos seguirá os critérios do AlmadaForma e terá uma incidência de 40% na participação individual e 60% trabalho individual escrito. A participação individual será avaliada em diferentes parâmetros nomeadamente a participação e envolvimento (10%), reflexão, análise e argumentação (20%) e a autonomia profissional (10%). Já o trabalho individual será avaliado pelos parâmetros relativos ao trabalho autónomo e materiais produzidos (40%) e à reflexão crítica (20

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho. Diário da República, N.º 129 1.ª série — Despacho nº5908/2017, de 5 de Julho. Diário da República n.º 128 – 2ª Série.Direção Geral da Saúde. (2020). Programa Nacional de Saúde Escolar. Retirado de: https://www.dgs.pt/paginas-de-sistema/saude-de-a-a-z/saude-escolar/programa-nacional-de-saude-escolar.aspxMartins, G. d’O. (coord.) (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação (DGE). Retirado de https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdfMonteiro, R. (coord.) (2017). Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. Lisboa: República Portuguesa. Retirado de http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Projetos_Curriculares/Aprendizagens_Essenciais/estrategia_cidadania_original.pdfSimões, C., Santos, M., Lebre, P., Canha, L., Santos, A., Fonseca, A. M., Santos, D., Santina, C., & Matos, M. G. (2020). Projeto PROMEHS - Promover a saúde mental nas escolas. Omnia, 10, 41-50.


Observações

As datas de realização da ação são meramente indicativas.


INSCREVER-ME

551
552

Inglês para todos - informação e orientação
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Curso

 

25,0 horas

 

Presencial

 

Pessoal não docente

Sertã/Proença

Combater a lacuna e dotar os funcionários/comunidade escolar neste âmbito, de modo a melhorar as interações entre os diferentes "atores" no local de trabalho e não só. Perceber de que forma é que as características desses "atores" (individualmente ou em grupo) influenciam a organização e de que modo são ...
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Ref. 31154IT02I26.27PESSOAS Inscrições abertas até 18 de Dezembro de 2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: DGAE/1329/2024

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 15 de Janeiro de 2027

Fim: 31 de Março de 2027

Regime: Presencial

Local: Sertã/Proença

Formador

Mário Jorge Ventura Catanas

Destinatários

Pessoal não docente

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

CFAE AltoTejo

Enquadramento

Combater a lacuna e dotar os funcionários/comunidade escolar neste âmbito, de modo a melhorar as interações entre os diferentes "atores" no local de trabalho e não só. Perceber de que forma é que as características desses "atores" (individualmente ou em grupo) influenciam a organização e de que modo são influenciados por ela, de forma a aplicar/usar as medidas preventivas para o controlo do stress e do erro humano,

Objetivos

Empregar o léxico profissional adequadamente. Traduzir do inglês informação relacionada com a atividade profissional. Interpretar mensagens orais e escritas em inglês relacionadas com a atividade profissional.

Conteúdos

Empregar o léxico profissional adequadamente. Traduzir do inglês informação relacionada com a atividade profissional. Interpretar mensagens orais e escritas em inglês relacionadas com a atividade profissional. Conteúdos: Vocabulário específico à informação e orientação no âmbito do contexto escolar (8 horas) Criar um documento tipo/chave para uma comunicação eficaz (4 horas) Empregar terminologia especifica de contexto de simulação (3 horas) Exercícios Práticos (10 horas)

Avaliação

Participação Relatório de reflexão Trabalhos

Modelo

de 0 a 20 De 10 a 13 valores: Suficiente De 14 a 15 valores: Bom De 16 a 17 valores: Muito Bom De 18 a 20 valores: Excelente

Bibliografia

Manual do Estudante da Língua Inglesa - Copyright 2017 - da Starlin Alta Editora e Consultoria Eureli


Observações

As datas de realização da ação são meramente indicativas.


INSCREVER-ME

552
558

Perturbação do Espetro do Autismo: Da Intervenção Precoce à Intervenção Escolar na Educação Inclusiva
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Curso

 

25,0 horas

 

e-learning

 

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial

Plataforma Digital

Este plano de formação visa atender a uma necessidade crescente nas escolas de promover a inclusão e o desenvolvimento integral de alunos do espetro autista. A seguir, destacam-se os principais problemas e necessidades que justificam a realização desta formação: aumento da prevalência de autismo, pois o ...
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Ref. 36904IT01BI26.27PESSOAS Inscrições abertas até 31 de Janeiro de 2027 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140460/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 15 de Fevereiro de 2027

Fim: 11 de Março de 2027

Regime: e-learning

Local: Plataforma Digital

Formador

Sónia Pereira Camba

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Este plano de formação visa atender a uma necessidade crescente nas escolas de promover a inclusão e o desenvolvimento integral de alunos do espetro autista. A seguir, destacam-se os principais problemas e necessidades que justificam a realização desta formação: aumento da prevalência de autismo, pois o número de diagnósticos de autismo tem aumentado significativamente nos últimos anos, o que exige que as escolas estejam preparadas para receber e apoiar esses alunos de maneira adequada. Daí surge a necessidade de conhecimento específico e muitos professores e profissionais da educação carecem de conhecimentos específicos sobre as características do espetro autista e as melhores práticas para a sua inclusão e intervenção eficaz. Para uma intervenção precoce é preciso saber identificar sinais precoces de autismo e implementar intervenções adequadas desde a infância pois é crucial para o desenvolvimento das crianças autistas. Os desafios na comunicação e interação são diversos e as crianças autistas frequentemente enfrentam dificuldades na comunicação e na interação social. Os professores precisam de estratégias específicas para facilitar a comunicação e promover a interação inclusiva no ambiente escolar. É essencial promover o desenvolvimento das habilidades sociais e emocionais dos alunos autistas. A constante atualização e capacitação dos professores são necessárias para acompanhar as novas pesquisas e práticas em educação inclusiva e autismo. A formação proporciona aos professores o conhecimento e as ferramentas necessários para enfrentar os desafios associados à inclusão de alunos do espetro autista, promovendo um ambiente escolar mais inclusivo e eficaz para todos os estudantes.

Objetivos

1.Reconhecer os princípios e valores que estão na base da Educação Inclusiva e Equitativa; 2.Conhecer o conceito de Perturbação do Espetro do Autismo e proposta de metodologias de intervenção; 3.Compreender as características e necessidades dos alunos do espetro autista; 4.Identificar sinais precoces de autismo e reconhecer a importância da intervenção precoce em contexto escolar; 5.Desenvolver estratégias pedagógicas inclusivas no ambiente escolar; 6.Promover a colaboração entre a escola, a família e outros profissionais/técnicos para uma educação inclusiva

Conteúdos

Módulo 1: Introdução ao Autismo e Educação Inclusiva (5 horas): Exposição dos princípios e valores da educação inclusiva e equitativa; Definição e características do espetro autista; Compreensão das necessidades específicas dos alunos autistas; Mitos e realidades sobre o autismo e a inclusão escolar. Módulo 2: Identificação e Intervenção Precoce (5 horas): Caracterizar sinais precoces de autismo; Explorar a importância da intervenção precoce; Estratégias eficazes de intervenção precoce; Apresentação de estudos de caso e discussão. Módulo 3: Estratégias Pedagógicas Inclusivas (7 horas): Planeamento de atividades inclusivas; Exploração de medidas educativas, com base na legislação de suporte à aprendizagem e à inclusão: Decreto-Lei 54/2018, de 6 de julho; Utilização de recursos visuais e tecnologias assistivas; Adaptação do ambiente físico e social; Apresentação de estudos de caso práticos e role-playing. Módulo 4: Intervenção no Ambiente Escolar (5 horas): Promoção de habilidades sociais e emocionais; Regulação e mediação de comportamentos desafiantes; Estruturação de rotinas e atividades diárias; Colaboração com a equipa multidisciplinar. Módulo 5: Colaboração Escola-Família (3 horas): Importância da colaboração entre escola e família; Estratégias para envolver a família no processo educativo; Ferramentas de comunicação eficazes; Reflexão e desenvolvimento de um plano de ação colaborativo

Metodologias

Ao longo das sessões, desta formação, serão predominantemente teórico-práticas, aulas expositivas: apresentação de conceitos teóricos e práticas. Reflexão em grupo sobre práticas e partilha de experiências. Atividades práticas: Role-playing, estudos de caso, e discussão. Utilização de recursos audiovisuais: Vídeos e ferramentas tecnológicas. Trabalho colaborativo: Elaboração de planificação de atividades, em grupo, adequadas aos vários perfis das crianças com autismo à luz da educação inclusiva.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formanda/o será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.

Bibliografia

1. Associação Americana de Psiquiatria. (2014). Manual Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais: DSM-5. Porto Alegre: Artmed.2. Nogueira, R. (2019). Manual de Educação Inclusiva para Crianças do Espetro Autista. Lisboa: Edições Sílabo.3. Pereira, A. (2016). Intervenção Precoce no Autismo. Lisboa: Texto Editores.4. Silva, A. P., & Mendes, C. (2018). Neurociência Social e Autismo: Perspetivas e Desafios. Porto: Porto Editora.5. Teixeira, C., & Almeida, J. (2018). Autismo: Estratégias de Intervenção na Escola. Porto: Porto Editora.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 15-02-2027 (Segunda-feira) 18:00 - 21:15 3:15 Online síncrona
2 18-02-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
3 22-02-2027 (Segunda-feira) 18:00 - 21:15 3:15 Online síncrona
4 25-02-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
5 01-03-2027 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
6 04-03-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:15 3:15 Online síncrona
7 08-03-2027 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
8 11-03-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:15 3:15 Online síncrona

INSCREVER-ME

558